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Fani Pacheco relata drama com a mãe: 'Fomos despejadas'

Fani Pacheco usou seu perfil no Instagram, na última segunda-feira (10), para fazer um desabafo a respeito das críticas que tem recebido sobre seu ganho de peso. A ex-participante do “Big Brother Brasil”, da TV Globo, rebateu os comentários de que engordo

Fani Pacheco usou seu perfil no Instagram, na última segunda-feira (10), para fazer um desabafo a respeito das críticas que tem recebido sobre seu ganho de peso. A ex-participante do “Big Brother Brasil”, da TV Globo, rebateu os comentários de que engordou – atualmente, a loira pesa 83kg – para continuar na mídia.

Há quem diga que inventei o "FANI QUEBRA O PADRÃO " simplesmente p voltar pra midia, onde sempre estive nesses 10 anos trabalhando.( menos nos meses da depressão gravíssima).Já li até afirmações de q engordei propositalmente p ganhar fama e que depois de gorda virei até feminista p aparecer. O curioso é que existem matérias de parte da minha história espalhadas pelos noticiários, livro e poucos se dão ao trabalho de ler. Ninguém sabe q QUEBRO PADRÕES desde a barriga da minha mãe, q foram 2 tentativas de aborto pela certeza médica de q eu nasceria um mostro pela medição q causava deformidade ao feto. Sou feminista desde os 14 anos na minha cidade impondo direitos iguais aos dos homens. Aos 9 anos cuidei da minha avó materna durante 2 anos em fase terminal de câncer aplicando morfina, trocando fraldas, fazendo comida, dando banho. Aos 14 descobri que minha mãe era esquizofrênica e minha família nunca me contou. Apanhei muito e achava que era má pq eu ñ tinha feito nada. Fomos despejadas, telefone cortado, luz cortada. Virava noites apenas eu e a vela. Malhava as 5 da manhã. Tinha que levantar peso p ser forte. Menor de idade todos me viraram as costas. Familia grande, pai juiz. Afinal, ninguém queria "problema", imagina ter o nome vinculado ao aluguel de uma doente mental. Com nome da minha mãe sujo, onde iriamos morar?! Recebi ajuda de quem menos esperava. ( fora da familia). Depois de ler sobre sua doença passei do ódio para o amor incondicional. Nunca mais admiti as ofensas e as culpas q lhe atribuíam, mais nenhum membro da família, nem piadas macabras de pai ou madrasta. Foram 7 anos em tempos periódicos de suas crises, mesmo menor eu conseguia internação em manicômio público e fiz amigos. Pra estudar na faculdade pedi aos irmãos e ao pai dela um revezamento de cuidados em suas casas. Foi dito que cada um tinha sua vida e a colocariam aos 48 anos de idade num asilo. Parei c minha família! Meu pai se negou a pagar a faculdade dominado pela madrasta dissimulada do tipo " Bruxa/Santa/puta". Parei c meu pai! Minha " filha" morreu. TODOS TEMOS HISTÓRIAS TRISTES. Aprenda a respeitar o outro. A SUA DOR NÃO É MAIOR QUE A MINHA E VICE-VERSA. ( Bora Quebrar?). #mâe

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"Há quem diga que inventei o 'Fani Quebra Padrão' simplesmente para voltar para a mídia, onde sempre estive nesses dez anos trabalhando [menos nos meses da depressão gravíssima]. Já li até afirmações de que engordei propositalmente para ganhar fama e que depois de gorda virei até feminista para aparecer. O curioso é que existem matérias de parte da minha história espalhadas pelos noticiários, livro e poucos se dão ao trabalho de ler”, iniciou.

A loira ainda relatou o drama que viveu ao lado da mãe na época em que ainda não era famosa. Segundo ela, as duas chegaram a ser despejadas.

“[...] Ninguém sabe que quebro padrões desde a barriga da minha mãe, que foram duas tentativas de aborto pela certeza médica de que eu nasceria um mostro pela medição que causava deformidade ao feto. Aos 14 [anos] descobri que minha mãe era esquizofrênica e minha família nunca me contou. Apanhei muito e achava que era ela era má. Fomos despejadas, telefone cortado, luz cortada. Virava noites apenas eu e a vela. Menor de idade todos me viraram as costas. Família grande, pai juiz [...] Recebi ajuda de quem menos esperava [fora da família]. Depois de ler sobre sua doença passei do ódio para o amor incondicional", disse.

Fani também relembrou que rompeu com toda sua família por falta de auxílio. "Para estudar na faculdade, pedi aos irmãos e ao pai dela um revezamento de cuidados em suas casas. Foi dito que cada um tinha sua vida e a colocariam aos 48 anos idade em um asilo. Parei com a minha família. Meu pai se negou a pagar a faculdade dominado pela madrasta dissimulada", contou.

Por fim, Fani Pacheco mandou um recado: "Todos temos histórias tristes. A sua dor não é maior que a minha e vice-versa".

As informações são do site Famosidades.

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