A cantora Anitta corre o risco de ter bens e o passaporte bloqueados: isso porque ele teve um recurso negado em processo movido contra ela pela ex-empresária Kamila Fialho. A funkeira havia entrado com recurso para não pagar uma multa de rescisão de contrato, mas a Justiça negou o pedido.
A disputa judicial teve início em agosto de 2014. Na época, Anitta rompeu contrato com a empresa de Kamilla, a K2L, alegando quebra de uma cláusula do documento e acusando Kamilla de desviar R$ 2,5 milhões.
A ex-empresária processou a funkeira, em agosto do ano passado, e Anitta foi intimada a depositar R$ 2,8 milhões, como multa de rescisão contratual. Por causa deste valor que Kamilla pediu o bloqueio dos bens e também o recolhimento do passaporte da ex-agenciada.
A reportagem do UOL entrou em contato com o advogado e a assessoria de imprensa de Anitta. Nenhum dos procurados retornou até o momento.
"O processo está em conclusão com a juíza Flávia Viveiros de Castro e a decisão de bloqueio dos bens e passaporte pode ser proferida a qualquer momento", informou o advogado Leonardo Gomes da Silva, que representa Kamilla, à reportagem do UOL.
Início de carreira
Kamilla foi uma das mentoras de Anitta e a ajuda a se firmar como um dos principais nomes do cenário musical brasileiro da atualidade.
A empresária teria sido uma das responsáveis pela transformação da MC em diva pop e orientou a sua ex-agenciada a fazer plásticas (como implante de silicone e rinoplastia), além de aulas de teatro, canto e dança.
Quando romperam, em agosto de 2014, Kamilla disse ter sido surpreendida, pois se considerava amiga da cantora. Em setembro daquele ano, a Justiça deferiu pedido de Anitta, proibindo a empresa K2L de representá-la.
A acusação da cantora era que "planilhas de prestação de contas irregulares" mostravam desvio de R$ 2,5 milhões de suas contas.
A empresária sempre negou as acusações.
(Com informações do portal UOL)
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