“Aquilo foi uma piada idiota… dita em tom de brincadeira, num momento particular. Desculpem-me pela ofensa; não era minha intenção ofender qualquer pessoa, e aqui estendo sinceramente minha mão”. Desta forma, o jornalista William Waack, ex-âncora do Jornal da Globo se defendeu em artigo publicado neste domingo (14), na Folha de São Paulo, sobre o episódio em que é envolvido em um ato de racismo.
Segundo Waack, ele não é racista e a sua obra prova isso.
O artigo foi a primeira manifestação pública de William Waack após o episódio do vazamento do vídeo, em novembro do ano passado, que mostra ele conversando em off com o convidado Paulo Sotero, diretor do Brazil Institute, do Wilson Center, em um estúdio em frente à Casa Branca, nos Estados Unidos, em entrevista ao noticiário que comandava.
RELEMBRE:
Na conversa de bastidor, ele reclama do toque das buzinas e faz o comentário atribuindo a ação a uma pessoa de cor preta: "É preto. É coisa de preto”.
Por conta do ocorrido, no dia 22 de dezembro, cerca de um mês depois do vazamento, o apresentador foi desligado da Rede Globo de Televisão que em nota disse:
“A Globo é visceralmente contra o racismo em todas as suas formas e manifestações. Nenhuma circunstância pode servir de atenuante”.
Para fundamentar sua defesa de não ser racista e combativo à intolerância, Waack cita no artigo a jornalista Glória Maria que à época tentou defendê-lo nas redes sociais.
"Convivi com o William a vida inteira, e ele não é racista. Aquilo foi piada de português", disse Glória.
(DOL)
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