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Call of Duty quer se superar

A bem-sucedida cinematografia, o dramatismo da trilha sonora, as missões estressantes e a variedade de ambientes que traz o novo Call of Duty Black Ops fazem do novo game uma experiência de guerra interativa e cheia de adrenalina. O título, desenvolvi

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A bem-sucedida cinematografia, o dramatismo da trilha sonora, as missões estressantes e a variedade de ambientes que traz o novo Call of Duty Black Ops fazem do novo game uma experiência de guerra interativa e cheia de adrenalina.

O título, desenvolvido pelo estúdio norte-americano Treyarch, se passa durante a Guerra Fria e a trama dará saltos no tempo e no espaço (por enquanto, se sabe apenas que as missões vão se passar na Rússia, Laos e Vietnã) para que o jogador complete as missões secretas que lhe são encomendadas.

Um dos assessores da Treyarch, Josh Olin, explicou nesta sexta-feira, 27, em entrevista para a agência EFE que um dos pontos fortes da sétima sequência da saga Call of Duty é que o jogador é destacado para diferentes pontos no planeta.

É a primeira vez que um Call of Duty se distancia da Segunda Guerra Mundial e dos conflitos contemporâneos pós-11 de setembro, algo que os desenvolvedores do game pretendem surpreender. O jogador terá que atravessar selvas, túneis, os arredores de cidades e paisagens cobertas de neve que foram cenários da Guerra Fria.

O contexto e a história diferenciam o game das edições anteriores, segundo Olin, que não quis dar mais detalhes sobre a trama que conecta as operações secretas. Mas, diz ele, será uma “narrativa completa”.

“A história faz o jogador se sentir como se estivesse em uma montanha russa”, diz ele, afirmando que houve uma ênfase especial para desenvolver personagens o mais próximo da realidade.

O esperado game se sustenta em três pilares: campanhas individuais, modo multiplayer online e modo cooperativo, como na última edição Modern Warfare 2. Mais de 250 pessoas divididas em três equipes foram responsáveis para que esses pilares se traduzam em experiências para deixar qualquer jogador de queixo caído.

No modo individual, o esforço se concentra em conseguir o máximo de realismo. Foi usada a mesma tecnologia de captura de movimentos usada no filme Avatar, de James Cameron.

Na apresentação para a imprensa espanhola, foi possível comprovar o sucesso desse realismo, graças à uma “intensidade cinematográfica” — que afeta não apenas os movimentos corporais, como os gestos dos personagens.

O game, ainda em produção, será lançado no dia 9 de novembro para Wii, PC, PlayStation 3 e Xbox 360. Uma versão para Nintendo DS também será lançada posteriormente.

Olin está convencido que o novo game conseguirá superar o Call of Duty Modern Warfare 2, o título de videogame mais vendido da história.

(Estadão)

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