Bad Bunny entrou para a história do Super Bowl ao protagonizar o halftime show da edição de 2026 com uma apresentação inteiramente em espanhol. Essa foi a primeira vez que um artista latino lidera sozinho o espetáculo no intervalo da final da NFL. A performance, no Levi’s Stadium, em Santa Clara (Califórnia), foi recebida com grande repercussão global, atraindo aplausos de fãs e debate nas redes.
O espetáculo serviu como uma celebração da cultura porto-riquenha e latina, reunindo uma mescla de sucessos do repertório de Bad Bunny, visuais temáticos e participações surpresa de nomes como Lady Gaga e Ricky Martin durante o intervalo do jogo entre Seahawks e Patriots. A performance foi elogiada por sua energia, diversidade musical e pela forte presença cultural em um evento assistido por milhões de pessoas.
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Artistas consagrados também manifestaram apoio público à atuação de Bad Bunny. Shakira, que co-liderou o halftime show em 2020 ao lado de Jennifer Lopez, declarou que era “hora de” ver um artista como Bad Bunny no contexto do Super Bowl e celebrou o reconhecimento da música em espanhol no palco mais visto do esporte mundial. Jennifer Lopez também compartilhou mensagens de incentivo, destacando seu orgulho pelo colega latino e sua capacidade de representatividade, reforçando a importância desse momento para a cena musical latina global.
O encerramento do show foi também um dos momentos mais comentados. Bad Bunny finalizou sua apresentação com uma mensagem de união e amor, exibida em grandes telas do estádio após a execução de seu repertório, incluindo Debí Tirar Más Fotos. Esse trecho foi interpretado por analistas e fãs como uma afirmação de identidade e solidariedade, transcendendo a mera performance musical e ressoando como um gesto simbólico em um contexto global de tensões culturais e políticas.
A repercussão política não se fez esperar. O presidente dos Estados Unidos Donald Trump criticou duramente a participação de Bad Bunny no halftime show via redes sociais e plataformas digitais, descrevendo a escolha como uma afronta aos valores que, em sua visão, deveriam caracterizar o evento. Trump questionou a predominância do espanhol na apresentação e disse que o espetáculo teria ficado aquém dos padrões que ele considera representativos da cultura americana.
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Apesar das críticas, o impacto cultural e simbólico da performance de Bad Bunny permanece central nas conversas sobre o Super Bowl 2026. O artista celebrou o momento como uma conquista coletiva para a comunidade latina, ressaltando que sua apresentação representava não apenas sua carreira, mas também a história e a contribuição de músicos e culturas que vieram antes dele.
Veja um trecho do show:
TE QUIERO MUCHO BENITO, QUÉ HIJUEPUTA SHOW 🥹 #SuperBowl pic.twitter.com/XcCp6DBIAS
— Ita María (@itamaria83) February 9, 2026
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