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MÚSICA

Joelma Klaudia lança novo disco no Schivasappa

Foram dois anos de pesquisa musical para que a cantora Joelma Klaudia chegasse ao lugar que queria em seu novo disco: unir músicas já consagradas de compositores paraenses com o clima suave da música lounge, naquele ritmo típico para fazer quem ouve relax

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Foram dois anos de pesquisa musical para que a cantora Joelma Klaudia chegasse ao lugar que queria em seu novo disco: unir músicas já consagradas de compositores paraenses com o clima suave da música lounge, naquele ritmo típico para fazer quem ouve relaxar, com sons que remetem à natureza. O resultado pode ser conferido pelo público ao vivo esta noite, às 20h, no Teatro Margarida Schivasappa, no show de lançamento do CD “Amazonia Lounge”.

“A releitura tem a batida eletroacústica, eu quis aliar o lounge à música paraense. Criei essa possibilidade de cantar a nossa música com essa linguagem universal, misturando jazz, carimbó, blues”, disse a cantora em entrevista quando do lançamento do clipe de “Esse Rio é Minha Rua”, na versão dela para a composição de Paulo André e Rui Barata já gravada e regravada diversas vezes.

Segundo Joelma Klaudia, “Amazonia Lounge” foi construído como um tributo à música paraense, o que se transformou em uma tarefa árdua, na hora de chegar às dez canções que compõem o trabalho. Estão lá também sucessos como “Ai, Menina”, de Lia Sophia - que também ganhará um clipe com cenas gravadas em Altamira, no Rio Xingu – , “Pecados de Adão”, de Elói Iglesias,“Velhos Sonhos”, de Nilson Chaves e Mapiu, “Borboletas”, de Maria Lídia, “O Anjo e o Banjo”, de Almirizinho Gabriel, e “A Conquista”, de Anterinho, que fez sucesso Wanderley Andrade.

“Eram músicas maravilhosas, grandes hits, e de compositores já renomados. Fui fazendo uma triagem das mais atuais e cheguei nas nove. A outra música chama-se ‘In Doubt’, e foi feita em parceria com meu filho Joel Oliveira, de 20 anos, é uma bossa cinco por quatro”, conta Joelma, que diz ter impresso seu estilo às canções.

Mas a cantora admite que teve que mudar para chegar ao que ela mesma se propôs no projeto. “Esse disco exigiu que eu cantasse de forma mais suave, solfejada, tive que reaprender, foi uma transformação de voz, de timbre, de colocação diferente do que eu cantei a vida toda. É uma Joelma reciclada, através desse disco, com uma nova forma de se apresentar para o público”, disse a cantora em entrevista anterior ao Você sobre o novo trabalho.

(Diário do Pará)

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