Vancouver – Cercada de expectativas, a turnê mundial Joanne, de Lady Gaga, começou nessa terça-feira (1º/8) em Vancouver, no Canadá. Uma megaestrutura foi montada na Rogers Arena — mais antigo ginásio de hóquei da cidade —, com três palcos diferentes. Durante a apresentação, a cantora alternou clássicos e hits do atual disco.
Logo de cara, Gaga trouxe ao palco um grande cronometro no telão que realizava uma contagem regressiva para a entrada da popstar. “Perfect Illusion” e outros hits de “Joanne” foram mesclados a “Poker Face” e “Just Dance”. Chamou atenção a apresentação de “John Wayne”, carregada de pirotecnia complementar a história contada na letra.



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A estrutura do palco se movimentava na diagonal, criando ângulos que eram essenciais para que a apresentação do copo de baile e da artista — sempre deslizando de um lado para o outro.
Gaga passeou pelos palcos, fez apresentações irreverentes, sem roupas muito extravagantes. Era ela por si só: uma artista que permitiu foco em sua música Conseguiu. Em “Applause”, o estádio todo aplaudia. “Love Game” relembrou os velhos tempos. “Alejandro” trouxe dançarino irreverentes… Enfim, um show para a memória de toda sua carreira.
O ponto alto para mim, aquele no qual segurei o choro, foi quando ao piano Lady Gaga pede uma das bandeiras do orgulho LGBT de um dos fãs e, às vésperas da celebração da pride weekend em Vancouver, fez uma homenagem ao amor e respeito pelo próximo.
Nesse momento, cantou hits como “Edge of Glory” (em um estádio tomado por luzes de celular). Para finalizar, brindou o público com “Million Reasons”. O icônico chapéu de cowgirl rosa deixado no banco do piano recebia uma iluminação exclusiva.
Fonte: Metropoles
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