plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home
MÚSICA

Faixa Título: o “arromanticismo” brilhante de Moses Sumney

2017 tem sido (mais) um grande ano para o R&B. Borbulhando de boas surpresas desde o início desta década, o gênero – em essência uma fusão de pop, hip-hop, soul e eletrônica – ganhou corpo com a explosão mundial do hip-hop, e através do avanço tecnológico

twitter Google News

2017 tem sido (mais) um grande ano para o R&B.

Borbulhando de boas surpresas desde o início desta década, o gênero – em essência uma fusão de pop, hip-hop, soul e eletrônica – ganhou corpo com a explosão mundial do hip-hop, e através do avanço tecnológico, com os timbres eletrônicos cada vez mais em voga, tem se tornado uma das frentes mais fortes da música pop atual.

Em junho, por exemplo, tivemos Ctrl, de SZA, um disco que não deve nada a alguns dos melhores momentos de Frank Ocean, outro ícone do R&B contemporâneo. Neste ano, Kelela, Syd (vocalista do The Internet), Drake (com a mixtape More Life)e Khalid também lançaram ótimos álbuns calcados no R&B.

Um disco, no entanto, emergiu lentamente do incessante mar de informação e desinformação virtual para se tornar um dos meus preferidos do ano até aqui: Aromanticism, o disco de estreia de Moses Sumney.

Inspirado no conceito que batiza o álbum, o “arromanticismo” – a incapacidade de se apaixonar, de se conectar emocionalmente a alguém – Aromanticism é um disco solitário, é a alma exposta de Sumney, californiano de pais ganeses que cresceu entre as fronteiras de Gana e dos Estados Unidos.

Apesar do groove latente do R&B ser a espinha dorsal do disco, o disco tem poucas batidas. O suingue surge nas melodias doces, na produção impecável que preza pelo espaço entre os sons, para que as letras sofridas do cantor tenham espaço de sobra para respirar.

Mesmo ao fugir de conexão direta com os clichês do romantismo, justo pelo conceito do álbum, Aromanticism é, sim, um disco de amor, aquecido pelos arranjos inspirados na complexidade harmônica do jazz, mas que não escondem a fragilidade das composições. Pelo contrário, as acentua.

O disco todo é um primor, e foi montado por Moses com pelo menos uma dezena de bons produtores ao longo de três anos. Mas aconselho experimentar “Don’t Bother Calling”, “Quarrel”, e o jazz solto de “Lonely World” (com baixo de Thundercat e bateria de Ian Chang, incríveis), cujo clipe você vê alguns parágrafos acima. O disco, lançado em setembro, é facilmente encontrável por aí, em todos os formatos e plataformas:

Fonte: TMDQA!

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em Música

    Leia mais notícias de Música. Clique aqui!