1/10"Espiral de Ilusão". Criolo, atualmente, está para a música nacional como Messi para o futebol mundial. Sua presença é quase garantida em qualquer lista de melhores. Esse disco de samba mostra um cantor suingado, em uma sequência de faixas quase impossível de largar. Destaque especial para a voz simples de "Dilúvio de Solidão"Caroline Bittencourt/Divulgação
2/10"Check Mate". É verdade que não se trata de um disco convencional, mas o projeto de Anitta foi certamente um dos mais comentados do ano. Oficialmente, as faixas fazem parte do conceito: "Will I See You?", "Is That For Me", "Downtown" e "Vai Malandra". Mas "Paradinha" pode entrar em um futuro disco. Certamente, a popstar foi o nome mais comentado e bombou nas rádios e pistas de dançaDivulgação
3/10"Caravanas". Quando Chico Buarque para com as peladas do Politheama e volta à música, a gente já separa um espacinho na lista dos melhores. O novo disco nem precisava do lugar reservado. É uma delícia que transita entre o samba e a bossa, com pitadas de bolero. Daquele jeito que só o poeta consegueRafaela Felicciano/Metrópoles
4/10"Esú". O CD do rapper Baco Exu do Blues merece lugar entre os discos mais destacados do ano apenas por conta de "Te Amo Disgraça". Desbocada e romântica, a faixa foi uma das surpresas mais agradáveis dos últimos 12 meses. O disco ainda traz outras canções excelentes: "Capitães de Areia", "A Pelo que Habito" e "Esú"Divulgação
5/10"Vai Passar Mal". Pabllo Vittar foi uma das artistas mais destacadas do ano. Independentemente das apresentações ao vivo, que, de fato, são ruins, o disco é um dos lançamentos mais inovadores do ano. Tem eletrônico, tecnobrega, forrozão, Gorky e Diplo. É muito bom: aceita ou surta, bebêAgNews
6/10"Realidade". Uma rainha dessas, bicho! Nesse disco ao vivo, Marília Mendonça apresentou ao Brasil "Amante Não Tem Lar" e "Eu Sei de Cor". Quem não curtiu essa sofrência maravilhosa em 2017?
7/10"Índigo Cristal". Depois de 8 anos sem álbum de inéditas, os brasilienses do Natiruts lançaram novidade em 2017. O grupo apostou no gênero que o consagrou: um reggae clássico, com os elementos tradicionais da banda. Um som feito para fãs que agrada desde a primeira audiçãoDivulgação
8/10"Coração". Esqueça a polêmica com Ney Matogrosso. O álbum do pernambucano Johnny Hooker traz modernidade aos ritmos tradicionais brasileiros. Sem dúvida, a melhor coisa do disco (além da voz rasgada de Hooker) é a deliciosa faixa "Flutua", com participação de Liniker e os Caramelows. "Eles não vão vencer!", diz esse hino contra o preconceitoDivulgação
9/10"Lá Vem a Morte". Protagonista dos palcos alternativos, o grupo goiano Boogarins é um ar de frescor no mundo do rock indie brasileiro. O curto CD – com apenas 8 faixas – brinca com o experimental, sem perder a essência roqueira. Um bom mergulho num mundo um tantinho mais hispterAnn Alva Wieding/Divulgação
10/10"Letrux em Noite de Climão": O tecnoMPB (termo inventado neste exato instante) do disco é uma novidade gostosa para a música nacional. De toda a lista apresentada aqui, esse álbum certamente é o mais inventivo e criativo. Ainda conta com participação de Marina LimaReprodução
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