O carioca Rafael Gebara, mais conhecido como o DJ Shark, é famoso pelos seus remixes de hip-hop. Iniciou sua carreira tocando em festas da Zona Sul e clubes como Rock In Rio Café, Meli-Melo e Studio54, aos 17 anos. Influenciado por David Guetta e Skrillex, ele já se apresentou ao lado de estrelas internacionais (Lil Jon, Sky Blu, Montell Jordan) em shows no país e no exterior.
O cotidiano do artista é pesado desde sempre: pegar estradas e ficar muito tempo em aeroportos. A agenda de shows frenética torna virar a noite algo comum. Em entrevista ao Metrópoles, ele diz que equilíbrio foi fundamental para obter conquistas pessoais: “Mudei minha rotina. A maturidade chega uma hora”.Recentemente, o DJ esteve em Brasília para tocar pela primeira vez na Pink Elephant, nova boate da capital. Ele sente que o público candango é bem receptivo e sempre nota a presença de fãs por onde passa.
Sobre a morte do DJ Avicii, Shark afirma que a partida precoce do colega de profissão impactou o meio da música eletrônica. O artista era uma inspiração para ele. “Avicii foi mais uma prova de ensinamento para todos nós, de que ter saúde é a base de tudo, independente do que a gente faz, principalmente nessa área”, reflete.
Ultimamente, o DJ tem viajando bastante. A solução encontrada para evitar o desgaste é curtir e explorar os lugares que visita.
Sobre gêneros musicais, ele ressalta a importância do funk: “É como o hip-hop do Estados Unidos”. Em suas apresentações, Shark tenta misturar vários estilos. O artista acredita que atualmente o brasileiro está mais esclarecido, e essa realidade o motiva lançar trabalhos sempre melhores. “Vejo um cenário muito positivo”, diz.
Fonte: Metropoles
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