O amigo Paulo César Vasconcellos costuma dizer que o brasileiro vive numa eterna ponte aérea entre a euforia e a depressão. É o que se percebe a cinco dias da estreia do Brasil na Copa do Mundo, com enorme empolgação com as bolsas de apostas europeias apontando a seleção de Tite como favorita.
Um ano atrás, o olhar era bem diferente.
No dia 7 de outubro de 2021, a seleção ganhou de virada da Venezuela, por 3 a 1, em Caracas, com péssima atuação. Levou o primeiro gol, empatou com Marquinhos, de cabeça, aos 25 do segundo tempo, e só virou com Gabriel Jesus, de pênalti, faltando seis minutos para o apito final -o terceiro aconteceu aos 50 da segunda etapa.
Naquela mesma data, a França virou para 3 a 2 um jogo que perdia por 2 a 0 no intervalo, contra a Bélgica. A Liga das Nações expunha o abismo entre Europa e América do Sul. Nem Brasil nem Argentina teriam a menor chance na Copa, dizíamos.
Confira a matéria completa no site Diário do Pará:
COLUNA DO PVC: Caminho do Brasil na Copa do Mundo é duro e exige realismo
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