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Vinícius Leite ainda não marcou gol, mas já deu seis assistências nesta temporada

Autor de cinco gols em 2019, o atacante Vinícius Leite ainda não balançou a rede dos adversários do Paysandu este ano. Mas, em contrapartida, o jogador, titular absoluto na equipe do técnico Hélio dos Anjos, segue sendo o rei das assistências do Papão. No

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Imagem ilustrativa da notícia Vinícius Leite ainda não marcou gol, mas já deu seis assistências nesta temporada camera Vinícius Leite mudou sua postura em campo, mas segue como peça importante para o Papão | Jorge Luiz/Paysandu

Autor de cinco gols em 2019, o atacante Vinícius Leite ainda não balançou a rede dos adversários do Paysandu este ano. Mas, em contrapartida, o jogador, titular absoluto na equipe do técnico Hélio dos Anjos, segue sendo o rei das assistências do Papão. No último Re-Pa, mais uma vez, Leite comprovou sua eficiência nesse quesito, servindo com “açúcar e com afeto” o seu companheiro de ataque, Nicolas autor do gol que abriu o placar no Mangueirão. O retrospecto de Leite no tocante a assistência para gols é digno mesmo de elogios. Dos 18 tentos marcados até aqui pelo time, seis tiveram participação de Leite.

Das assistências executadas pelo atacante, três terminaram com a bola na rede dos adversários. “Fico feliz em poder ajudar com assistência, hoje sou o líder em assistências na temporada pelo Paysandu. Graças a Deus consegui ser importante mais uma vez no clássico, achei o Nicolas e ele fez o gol, mas me cobro bastante pelo gol”, comentou, ontem, na Curuzu, o atacante. “Sei que estou fazendo um bom trabalho no Paysandu e que o gol vai sair naturalmente. O importante é que o Paysandu sempre saia com bons resultados nos jogos”, prosseguiu o jogador.

O que chamou a atenção na entrevista do atacante foi o comentário que ele fez sobre a sua maneira de atuar, nesta temporada, pelo Papão. “Esse ano estou com uma função um pouco mais recuada, ajudando mais na armação do time”, explicou. Até aí tudo bem, o que causou estranheza foi o fato de o jogador afirmar que tem o apoio do técnico Hélio dos Anjos. “O Hélio sempre conversa comigo e dá total confiança pra fazer o que eu sei. Mesmo sem o gol, estou participando de boa parte dos gols do time e fico feliz em ajudar”, comentou.

No domingo, após o clássico, Dos Anjos cobrou, na coletiva, uma ousadia maior de Leite no que se refere as jogadas de ataque do Paysandu. O treinador afirmou: “A partir do momento que ele (Leite) tiver o prazer que tem de jogar de entrar na área para fazer gol será um jogador completo”, declarou o treinador bicolor. Polêmica à parte, Leite ressaltou na coletiva à imprensa a boa campanha feita pelo Paysandu até aqui no Estadual, no qual o time é líder e está praticamente garantido na fase semifinal.

“A equipe vem em uma crescente boa. Estamos evoluindo, mas sabemos que ainda temos condições de conseguir mais. Nossa equipe tem qualidade e um bom elenco. Estamos focados na conquista do título do Parazão e vamos chegar fortes na Série C”, comentou o atacante, que tem vaga cativa na equipe bicolor no domingo, contra o Castanhal.

E MAIS...

- Se dependesse do atacante Vinícius Leite, o jogo de domingo, contra o Castanhal, seria no Mangueirão, como foi a primeira partida entre as equipes no Parazão, e não na Curuzu. Ontem, ele afirmou gostar mais do local de jogo do estádio estadual. “Eu prefiro o Mangueirão por questão de gramado. Acho o gramado do Mangueirão melhor. Mas na Curuzu tem a questão da torcida, que faz o ‘caldeirão’, com a torcida nos apoiando”, comentou o atacante, chamado de “O Rei das Assistências”.

- De qualquer maneira, Leite se conforma com a marcação da partida no estádio bicolor, ressaltando que “a Curuzu é a casa do Paysandu.” Seja no campo neutro, como é o Colosso do Bengui ou na Curuzu, o Japiim, na visão do atacante, deverá impor o mesmo grau de dificuldade, na opinião do jogador. “Mas no Mangueirão ou na Curuzu as dificuldades são as mesmas”, afirmou. Leite destacou, ainda, que o Papão não conseguiu fazer uma grande apresentação no Re-Pa e que, portanto, precisa se redimir com a Fiel.

- “Faltou um pouco de atenção no começo do jogo contra o Clube do Remo. A gente teve um pouco de dificuldade para encostar no Nicolas, que ficou só”, analisou. Voltando a falar do Japiim, ele lembrou ter sido o time da estrada o único a vencer o Paysandu este ano até aqui. “A gente sabe que será um jogo muito difícil. O Castanhal foi a única equipe que nos derrotou nesta temporada. A gente sabe das qualidades dos adversários, mas sabemos das nossas também e o que fazer para conseguirmos a vitória”, concluiu.

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