Não foi um choque a saída de Luiz Henrique Mandetta do Ministério da Saúde nesta última quinta-feira (16). Mas um grupo particularmente 'comemorou' a saída do médico: os dirigentes dos clubes brasileiros.
Isso porque, seu substituto Nelson Teich, deve vir com ideias mais próximas do que pensa o presidente Bolsonaro, que é contrário ao isolamento total, como vinha sendo pedido por Mandetta e pela comunidade médica.
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Representantes dos clubes têm interesse nessa movimentação e no que ela pode impactar na economia dos clubes (que é a maior preocupação). A mudança no Ministério pode ajudar a antecipar o retorno do futebol no País para alívio dos cartolas, que estão preocupados com a situação financeira das equipes.
Dirigentes e pessoas ligadas a times das Séries A e B do Campeonato Brasileiro defendem a ideia de que a partir da segunda quinzena de maio já será possível a volta dos jogos com portões fechados.
A CBF já disse, informalmente, que o ex-ministro havia aconselhado a não ter nenhuma atividade até junho e prometeu seguir as orientações do titular da pasta.
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