O ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o paraense Coronel Nunes, está entre os 295 militares que perderam a condição de anistiado político por decisão da Ministra Damares Alves, publicada no Diário Oficial da última terça-feira (9).
- Coronel Nunes já prepara despedida do cargo de presidente da CBF
- Coronel Nunes deixa presidência da CBF
Nunes comandou a CBF entre 2017 e 2019 e recebia pensão de R$ 15 mil por mês. Passou a ter direito ao benefício depois que a Comissão de Anistia considerou perseguição política a portaria que o exonerou do cargo de cabo da FAB. Em outubro do ano passado, porém, o Supremo decidiu que a medida não foi persecutória, ou seja, sem caráter de perseguição.
Paraense se envolve em briga com Coronel Nunes e acaba em hospital na Rússia
Embora o Supremo Tribunal Federal (STF) tenha julgado constitucional, em outubro de 2019, a possibilidade de revogação das anistias concedidas a cabos da Aeronáutica, os ministros definiram que deveria ser garantido ao anistiado a defesa administrativa e a não devolução das verbas recebidas de boa-fé.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar