A história do esporte é frequentemente escrita por desbravadores que, com talento e coragem, abrem caminhos em territórios até então inexplorados por seus compatriotas, servindo de inspiração para as gerações futuras. O basquete brasileiro perdeu um desses ícones com a morte de Marquinhos Abdalla, ocorrida aos 73 anos, na véspera de seu aniversário de 74 anos.
A notícia, confirmada pela Confederação Brasileira de Basquete, marca o fim da trajetória de um atleta que não apenas brilhou nas quadras nacionais, mas que foi o primeiro brasileiro a ser draftado por um time da NBA, em 1976, pelo Portland Trail Blazers.
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Embora não tenha chegado a atuar na liga americana, Marquinhos teve uma carreira internacional sólida, defendendo a Universidade Pepperdine nos Estados Unidos e clubes na Itália, como o Virtus Bologna.
No Brasil, sua trajetória foi vitoriosa em clubes de expressão como Fluminense, Flamengo e Sírio, onde conquistou o histórico título mundial de clubes em 1979.
Pela seleção brasileira, o pivô acumulou conquistas que incluem um ouro pan-americano e três títulos sul-americanos, além do vice-campeonato mundial em 1970.
Marcelo Sousa lamentou a perda do ex-atleta. “Marquinhos era um craque dentro e fora das quadras. Um cara diferenciado, incrivelmente talentoso e campeão. O basquete brasileiro perde uma referência técnica e de pessoa. Nossas condolências aos amigos, familiares e fãs que tanto festejaram com Marquinhos em quadra. Ele já faz falta”, afirmou Sousa
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