Em confrontos que atravessam gerações e ajudam a contar parte da história do futebol mundial, Seleção Brasileira de Futebol e Seleção Francesa de Futebol voltam a se encontrar nesta quinta-feira (26), reeditando uma rivalidade marcada por equilíbrio, grandes personagens e jogos que ficaram eternizados na memória dos torcedores.
Ao longo de 16 partidas disputadas entre as duas seleções, o retrospecto mostra vantagem discreta do Brasil. A equipe brasileira soma sete vitórias e 27 gols marcados, enquanto os franceses triunfaram cinco vezes e balançaram as redes em 20 oportunidades. Outros quatro confrontos terminaram empatados. O histórico ofensivo também chama atenção: foram 47 gols ao todo, média de 2,93 por jogo — número que pode alcançar a marca simbólica de 50 caso o duelo desta quinta tenha ao menos três bolas na rede.
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Mas, antes do reencontro que promete movimentar o Gillette Stadium, em Boston, vale lembrar o último capítulo dessa rivalidade, ocorrido há mais de uma década. No dia do Amistoso Internacional Brasil x França 2015, disputado em 26 de março de 2015 no Stade de France, em Paris, a Seleção Brasileira conseguiu uma vitória marcante: 3 a 1, de virada, diante dos donos da casa.
Naquela noite, a França saiu na frente com Raphaël Varane, mas o Brasil reagiu ainda antes do intervalo. Oscar deixou tudo igual e abriu caminho para a reação brasileira. Na etapa final, o talento de Neymar apareceu para colocar a Seleção na frente, antes de Luiz Gustavo fechar o placar.
A atuação também teve outro protagonista decisivo: o goleiro Jefferson, que protagonizou uma defesa espetacular em cabeçada de Karim Benzema, lance lembrado por muitos como uma das intervenções mais impressionantes da história recente da Seleção.
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Comandado por Dunga, o Brasil conseguiu naquele jogo uma vitória simbólica. Além de encerrar um jejum contra os franceses, a equipe conquistou pela primeira vez um triunfo dentro do Stade de France, estádio que havia sido palco de derrotas dolorosas, como a final da Copa do Mundo FIFA de 1998.
Agora, há exatos 11 anos, o encontro entre brasileiros e franceses volta a despertar expectativas. Não apenas pelo peso histórico do confronto, mas também porque cada novo capítulo dessa rivalidade costuma entregar exatamente aquilo que o torcedor espera de um clássico internacional: intensidade, talento e, quase sempre, muitos gols.
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