Mal a logomarca dos Jogos do Rio-2016 foi lançada, uma onda de suspeita de plágio se espalhou pela internet. No dia seguinte ao lançamento, blogs e mensagens no Twitter alertavam para as semelhanças entre a marca olímpica do Rio e a logo da Telluride Foundation, uma instituição filantrópica que leva o nome da cidade americana no Colorado que a abriga. Ainda segundo alguns blogs, a marca da fundação foi inspirada na pintura do francês Henri Matisse, chamada “A dança’’.
A suspeita de plágio em relação ao logo da Telluride Foundation é ainda maior quando comparada à marca utilizada para promover o Carnaval de Salvador de 2004. O desenho é praticamente idêntico, sendo que, no da festa baiana, há inscrições (“Viva o povo brasileiro’’ e “Carnaval 2004/Salvador do Brasil’’) em torno do desenho dos bonecos de mãos dadas.
Os três logos e a pintura praticamente invadiram a internet em apenas dois dias. Ontem, em uma busca simples no Google usando os termos “plágio’’, “logo’’ e “2016’’, o site registrava cerca de 45 mil resultados.
O processo de escolha durou nove meses, e 139 agências de publicidade se inscreveram – todas brasileiras. Uma comissão julgadora de 12 pessoas selecionou oito agências finalistas: quatro do Rio, duas de São Paulo e duas de Curitiba. A vencedora foi a carioca Tátil. (Folhapress)
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