O gerente de futebol do Botafogo, Anderson Barros, descartou a possibilidade do volante Somália ter seu contrato rescindido pelo clube, após ter mentido à polícia que foi vítima de um sequestro relâmpago. Segundo o dirigente, o jogador será punido pelo clube, mas continuará no elenco.
"O Somália é um atleta de relacionamento ímpar com todos. O respeito que esse rapaz tem com a torcida, com a instituição, a forma como ele se entrega ao treinamento são alguns atenunantes, sem dúvida", argumentou Anderson Barros. "Preciso saber a gravidade e levar em consideração tudo o que ele representa. Não passa por nossa cabeça uma rescisão contratual", explicou.
Anderson Barros reiterou que os advogados do Botafogo não farão qualquer tipo de intervenção no caso e que tudo será responsabilidade do volante. O dirigente disse ainda que não conversou profundamente com Somália para entender os motivos da falsa denúncia, mas acredita que o fato de chegar atrasado no dia da reapresentação do elenco pode ser uma das causas.
"Tem a caracteristica de que seria a reapresentação. Todos os atletas receberam o comunicado e sabiam como seria nossa postura. Não foi atraso, foi uma falta, o que ele nunca fez. Ele deixou de estar presente em alguns horarios, sempre reconheceu e sempre acatou as decisões. Sempre foi um atleta que se entregou ao trabalho. Faltar no dia da apresentaçao é considerado muito grave. Se não tiver justificativa, vamos tomar nossas medidas", concluiu o gerente de futebol. (Terra)
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