Rivaldo e Paulo César Carpegiani selaram as pazes na segunda-feira e vão continuar no São Paulo. No entanto, o jogador pretende ter uma conversa com o presidente do clube, Juvenal Juvêncio, para tentar cancelar a multa de 20% aplicada sobre os seus vencimentos, por dizer que foi “humilhado”, pelo treinador na derrota para o Avaí por 3 a 1, na última quinta-feira, em Florianópolis, resultado que decretou a eliminação da equipe do Morumbi da Copa do Brasil.
“Teve essa conversa de multa, mas vou conversar com o presidente para ver se não sou multado. Eu não concordo, porque não fiz nada, tinha vontade de vencer e não ofendi ninguém Jogador não pode ficar feliz no banco, quero estar sempre participando e jogando. Espero que apareça oportunidade”, comentou.
O meia de 39 anos quer ser escalado pelos seus méritos e não por pressões externas. “Em todos os clubes tem que ter mescla de jogadores. No momento decisivo, o experiente corta caminho. Mas disse ao Carpegiani que não aceito jogar por pressão de alguém. Quero jogar pelos meus méritos nos treinamentos e nos jogos. Não quero jogar no São Paulo pela história da minha carreira e sim porque mereço”.
Rivaldo escutou do capitão Rogério Ceni que sua contratação foi autorizada por Carpegiani e pelo presidente Juvenal Juvêncio. “O próprio Rogério falou com o grupo e disse que me chamou, mas com autorização do presidente e do treinador. Isso indica que o treinador conta comigo. Eu não sabia, pensava que fosse mais pelo Rogério. O importante é que sigo tranquilo e com muita vontade de trabalhar”.
O São Paulo estreia no Campeonato Brasileiro neste domingo, às 18h30, em São Januário. (eBand)
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