De família rubro-negra, o lateral esquerdo Junior Cesar tem uma relação bastante estreita com o Flamengo, a começar pelo próprio nome. Em entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta-feira, o jogador recém-chegado revelou detalhes de sua ligação com o clube da Gávea, que vem desde a infância.
A avó de Junior Cesar, dona Noêmia, foi quem batizou o hoje jogador rubro-negro. Junior nasceu em 1982, e tem muito em comum com um importante nome da História do clube, que vivia o auge de sua carreira naquele ano. E não só pela posição dentro de campo.
“Minha avó era flamenguista, muito fã do Júnior, lateral esquerdo, e colocou meu nome assim em homenagem a ele. Fico grato porque estou realizando um sonho dela, e estou feliz por pagar essa promessa. Até o primeiro meião que vesti, que era do Flamengo, foi dado por ela”, disse.
Ao que parece, a família de Junior tem forte influência sobre as escolhas que envolvem a vida do jogador. Se sua avó foi quem escolheu o nome do lateral, coube à mãe, dona Vânia Lúcia, a escolha do número na camisa rubro-negra, que será o 66.
“O número foi minha mãe quem escolheu. Mas, independente do número que vou usar, estou muito feliz por jogar no Flamengo. Eu sempre joguei com a 6, mas como já tinha um jogador aqui com este número (Egídio), escolhi o 66”, disse Junior.
Em relação à pressão de atuar pelo Flamengo, Junior (que no Rio de Janeiro já atuou também por Fluminense e Botafogo) se disse ciente do peso da responsabilidade, e ainda afirmou que sua meta é virar xodó da torcida rubro-negra.
“Sabemos que vestir a camisa de um grande clube como o Flamengo é uma grande responsabilidade. Mas o jogador que a veste sabe disso. Já joguei contra essa torcida, e sei como é. Quero marcar história e pretendo ter identificação com os torcedores. Quero conquistar um lugarzinho no coração deles”, afirmou.
(Eband)
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