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Neymar já é fenômeno de marketing internacional

Campeão da Libertadores com gol na final, sete patrocinadores pessoais, capa de revista teen, manchete em jornais de todo o mundo, chamado de rei na Espanha, comparado a Messi e alvo de polêmica com ninguém menos  do que Maradona. Isso tudo com apenas 19

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Campeão da Libertadores com gol na final, sete patrocinadores pessoais, capa de revista teen, manchete em jornais de todo o mundo, chamado de rei na Espanha, comparado a Messi e alvo de polêmica com ninguém menos do que Maradona. Isso tudo com apenas 19 anos. Este é Neymar.
Com status de popstar, ele já rompeu a barreira de celebridade nacional. Está entre os 50 atletas com maior potencial em marketing e chega à Argentina com olhares curiosos dos anfitriões, ávidos por saber o que esse garoto de moicano tem para parte da opinião pública “ousar” compará-lo ao ídolo maior do país na atualidade.
Futebol ele já provou que tem, mas o que o leva a ser o terceiro jogador de futebol em marketing (só está atrás justamente de Messi e Cristiano Ronaldo) é o que talvez explique essa “Neymarmania”.
Por acaso, isso, definitivamente não foi. Além do pai, que controla seus rendimentos e dá “apenas” uma mesada de R$ 10 mil, o atleta tem um verdadeiro staff, que conta com seu empresário, um plano de carreira do Santos, além do recente convênio com a 9ine, empresa de Ronaldo. Essa união de forças lhe proporciona, além de obtenção de patrocinadores (O Santos só paga R$ 160 mil dos seus cerca de R$ 650 mil mensais), aulas de media training, línguas, fonoaudióloga e psicóloga.
“Sempre falei que existem pessoas ao meu redor que me ajudam. Elas me deixam totalmente focado no futebol”, diz Neymar.
Um dos maiores responsáveis por este suporte, Eduardo Musa, do Peixe, não se esquece de destacar que, além do staff, o Neymar, puro e simplesmente, tem suas qualidades: “O mérito não é só nosso. Ele é um jogador diferenciado e tem um carisma incomum”, afirma.
Cheio de mimos, o atacante se vê diante do, talvez, maior desafio até agora: ser “o cara” da Seleção e deixar Messi como coadjuvante na Copa América de seu próprio país:
“Venho aqui para ser mais um e ajudar. É Jogar o mesmo futebol que jogo no Santos, não mudar nada, só ser feliz aqui e representar o meu país”, encerrou o craque. (EBand)

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