Com a confiança de sediar o jogo contra o Vasco no Engenhão, a diretoria do Botafogo admite deixar a cargo da Polícia Militar a possibilidade de aceitar a mudança do clássico de 13 de novembro em São Januário, só que não acredita que o estádio possa oferecer as condições que exige: 50% dos lugares para a torcida do Botafogo e 50% da renda do confronto, algo que foi combinado em documento assinado pelos clubes antes do início do Brasileirão.
Nesta quarta-feira, o gerente de futebol do Botafogo, Anderson Barros, conversou com a imprensa no Engenhão sobre toda a situação. Para o dirigente, não há problema em jogar em São Januário, desde que a PM avalie que o estádio está pronto para suportar a divisão na torcida.
“Essa decisão é algo que transcende uma posição da diretoria do Botafogo, pois o mando é do Vasco. Só que o coronel Fiorentini (João Fiorentini Guimarães) do Gepe (Grupamento Especial de Policiamento em Estádios) deu entrevista nesta semana dizendo que não há condições de segurança para São Januário receber um jogo com público dividido”, comentou Anderson Barros.
“O que mudou em uma semana? Fizeram obras lá? Então acredito que o clássico vai ser no Engenhão. Se o Gepe mudar de posicionamento e provar que São Januário está preparado, então jogaremos lá”, completou.
O otimismo do Botafogo também se baseia no Estatuto do Torcedor, que determina que quaisquer modificações na tabela sejam analisadas somente se encaminhadas para a CBF com dez dias de antecedência a data da partida. (Band.com)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar