Na chave mais difícil do Mundial de Clubes, o Santos pode ter que passar pelo Monterrey, do México, na semifinal do dia 14 de dezembro, para chegar a uma suposta final contra o Barcelona, no dia 18. Mas se depender do desempenho dos clubes mexicanos na competição, o Peixe não terá dificuldades para garantir vaga no tão sonhada decisão.
Desde que o Mundial passou a receber clubes de todos os continentes, em 2005, quando o São Paulo sagrou-se campeão, o máximo que os mexicanos conseguiram foi uma quarta colocação em três edições. Os clubes do México foram no máximo às semifinais da competição e chegaram a ser eliminados por times desconhecidos da Coreia do Sul, Egito e Congo.
Em 2005, nenhum clube mexicano esteve presente, já que o representante da Concacaf foi o Deporivo Saprissa, da Costa Rica. No ano seguinte, o América venceu o Jeonbuk, da Coreia do Sul, nas quartas de final, mas foi derrotado para o Barcelona de Ronaldinho Gaúcho por 4 a 0. Na disputa pelo terceiro lugar, o time perdeu por 2 a 1 para o Al Ahly, do Egito.
Já em 2007, o Pachuca representou os mexicanos no Mundial e foi derrotado pelo Etoile du Sahel, da Tunísia, logo nas quartas de final e contentou-se com a sexta colocação, já que perdeu até a disputa pelo quinto lugar para o Sepahan, do Irã.
Os mexicanos voltaram a ficar com o quarto lugar do Mundial em 2008, quando o Pachuca venceu o Al-Ahly nas quartas de final por 4 a 2, mas foram eliminados pela LDU por 2 a 0. Na disputa pelo terceiro, o time perdeu por 1 a 0 para o japonês Gamba Osaka.
A última vez que um clube mexicano ficou com a quarta colocação no Mundial foi em 2009, quando o Atlante venceu o Auckland City, da Nova Zelândia, por 3 a 0 e foi derrotado na semifinal por 3 a 1 para o Barcelona. Depois, o time perdeu por 4 a 3 para o sul-coreano Pohang Steelers.
Na última edição do Mundial, o Pachuca perdeu por 1 a 0 para o Mazembe, do Congo, que depois eliminou o Internacional na semifinal da competição. O Pachuca ficou na quinta posição em 2010.
(BAND)
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