Aprincipal preocupação da Fifa, agora, é com a Lei Geral da Copa, prevista para ser aprovada em março e que provavelmente não vai agradar inteiramente à entidade, porque o capítulo sobre responsabilidade civil da União não deve sair do jeito que Joseph Blatter e sua turma queriam. O grande motivo anterior de calafrios, no entanto, está deixando de existir. O ritmo de construção e reforma dos estádios é, enfim, satisfatório. Há problemas, claro, mas que não parecem capazes de tirar o sono dos dirigentes. Pelo menos no momento.
A Fifa começou 2012 marcando de perto as obras nos 12 estádios. Viu, e recebeu, boas notícias. Com exceção da Arena das Dunas, em Natal, cuja situação foi classificada pelo secretário-geral da entidade, Jerome Valcke, como “preocupante”, o ritmo dos demais palcos dos jogos da Copa não causa sobressaltos.
“Não há nenhum calendário problemático na construção das arenas”, resumiu o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, ele mesmo empenhado numa peregrinação por todas as 12 cidades-sede, em visitas que têm na vistoria dos estádios a atribuição principal. O governo federal também marca as arenas sob pressão.
Além da obra em Natal, atenção maior, de acordo com um dos inspetores da Fifa que observa com lupa as construções, só merecem a Arena de Pernambuco (nesse caso, por ter até o meio do ano para se mostrar apta a receber a Copa das Confederações em 2013), a Arena da Baixada e o Beira-Rio. Mas o ritmo das obras na Fonte Nova, no Estádio Nacional Mané Garrincha, no Mineirão e, sobretudo, a rapidez como está subindo o Itaquerão, recebem elogios rasgados.
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