Nem o palmeirense mais pessimista imaginaria que em um curto espaço de tempo - foram apenas dois meses - seu time perderia a glória da conquista da Copa do Brasil e estaria imerso em um cenário caótico e dramático, sem Felipão, e vivendo uma ameaça real no Brasileiro: o rebaixamento Pois é nesse cenário de incerteza que o Palmeiras enfrenta o Corinthians, neste domingo, às 16 horas, no Pacaembu. Rival que há dois meses conheceu o céu: a Libertadores.
Neste domingo depende deles. Ou espera-se que em um único treino Narciso, o interino, conserte problemas crônicos na equipe, especialmente os defensivos.
A situação realmente é critica. O Palmeiras vem de três derrotas consecutivas, soma apenas 20 pontos e é o penúltimo colocado. Está a sete pontos do primeiro time fora da zona de rebaixamento, o Flamengo. E pelas contas mais trágicas, teria de conquistar oito vitórias nas quatorze rodadas finais para não ser (de novo) rebaixado à Série B. “Precisamos entrar em campo como se fosse o jogo de nossas vidas”, disse Tiago Real, que chegou no olho do furacão.
O Corinthians não engrenou depois da conquista da Libertadores, mas vem em um perde e ganha que lhe mantém em uma zona confortável no campeonato e se dá ao luxo de pensar no Mundial. Para este domingo, o grande adversário de Tite é o clima que criou dentro do clube: muitos querem vencer o Palmeiras para tornar a vida do rival ainda mais complicada, empurrando o rival para o fundo do poço. “Isso é um espírito pobre, que venha aquela brincadeira do torcedor, é até compreensível, eu não fico contente com o mal dos outros”. (AGÊNCIA ESTADO)
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