O Corinthians vai chegar ao clássico de domingo mais inteiro que o Palmeiras, que estreia na Libertadores na noite desta quinta-feira, contra o Sporting Cristal. Mas esta será a última semana livre que a equipe do técnico Tite terá até metade de abril.
O clássico pela oitava rodada do Paulistão marca o início de uma maratona de 17 jogos dentro de 57 dias para o Corinthians. Esse período engloba todos as partidas da fase de grupos da Libertadores e praticamente toda a primeira fase do campeonato estadual.
O problema maior são as viagens previstas na Libertadores. O Corinthians vai jogar na Bolívia, no México e na Colômbia. A estreia na competição continental acontece no dia 20 de fevereiro, na cidade boliviana de Oruro. O adversário é o San Jose, além de uma altitude de 3.750 metros acima do nível do mar.
Após a partida na Bolívia, está previsto um rodízio entre titulares e reservas para a disputa da competição menos importante: o Paulistão. Quatro dias depois de jogar contra o San Jose, o Corinthians já enfrenta o Bragantino, fora de casa, pelo campeonato estadual.
“Acredito que voltando da Bolívia, ele (Tite) deva tirar o pessoal para jogar no domingo (contra o Bragantino), até porque a viagem é muito desgastante, o jogo será na altitude na quarta, o time chega na quinta e para jogar já no domingo ele deve poupar jogadores”, disse o lateral-esquerdo Fábio Santos, um dos titulares corintianos.
Tite vai escalar força máxima no clássico contra o Palmeiras. O técnico aposta no time que foi campeão mundial - a exceção ainda é o zagueiro Chicão, que se recupera de uma artroscopia no joelho esquerdo. Já Cássio retorna ao gol - será o primeiro jogo dele depois da final contra o Chelsea, em Yokohama, dia 16 de dezembro. A ideia é que Tite mantenha o trio de atacantes formado por Jorge Henrique, Guerrero e Emerson. Alexandre Pato continua no banco de reservas, porque ele ainda está em processo de recuperação física.
Rodolfo segue na Colina
A diretoria do Vasco decidiu reintegrar o zagueiro Rodolfo ao elenco. Apesar de ter sido titular em boa parte da temporada passada, o atleta foi comunicado pelo clube, no fim de 2012, que estava liberado para negociar com outra equipe.
“O Rodolfo foi muito correto, pois poderia ter entrado com um processo, mas deixou claro que não queria tirar dinheiro do clube. Pelo contrário, me disse que sua intenção era que o quisessem aqui”, disse o diretor executivo de futebol do Vasco, René Simões. “O Ricardo Gomes e o Gaúcho me disseram que gostam do jogador, então o chamamos para uma conversa franca e resolvemos tudo.”
(Agência Estado)
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