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Vasco escorrega diante do Bonsucesso

O Vasco tinha a vantagem de jogar novamente em seus domínios, mas, em noite de festa em homenagem às mulheres vascaínas, Vasco escorregou diante do Bonsucesso e não conseguiu mais que um empate, mesmo tendo criado muitas chances. Com o resultado, o Cruz-m

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O Vasco tinha a vantagem de jogar novamente em seus domínios, mas, em noite de festa em homenagem às mulheres vascaínas, Vasco escorregou diante do Bonsucesso e não conseguiu mais que um empate, mesmo tendo criado muitas chances. Com o resultado, o Cruz-maltino ainda não se garantiu na próxima fase do Cariocão.

Com toda a chuva que começou a cair de maneira torrencial cerca de meia hora antes do início da partida, o gramado de São Januário suportou até onde deu, mas pelo volume de água, dificultou a circulação de bola. Mesmo assim, nos 10 minutos iniciais, o Vasco conseguiu criar boas oportunidades e levantou a torcida.

Primeiro com Reginaldo, que aproveitou bobeada da zaga adversária e ficou cara a cara com o gol, mas na hora da finalização, perdeu a passada e escorregou. Novamente, o atacante teve boa chance. Dessa vez, bateu forte e o goleiro Rodrigo Viana espalmou. No rebote, Marlon foi impedido de marcar novamente pelo goleiro, que salvou com o pé esquerdo. Diego Renan chegou ainda, mas bateu fraco para Viana fazer mais uma defesa.

Aos 16, uma disputa de cabeça entre Guiñazu e Nill acabou obrigando o árbitro a paralisar o jogo. O jogador do Bonsucesso levou a pior e teve de ser substituído por Geovane. E mais: teve de ser atendido pela ambulância e levado ao hospital com suspeita de fratura no nariz. Já o cão de guarda Guiñazu continuou tendo de fazer apenas um curativo.

Na volta da parada, a chuva deu uma amenizada e as poças diminuíram notavelmente, mostrando a qualidade do gramado de São Januário. Se a chuva diminuiu, não parece ter ajudado a visibilidade do quinteto de arbitragem. Após cobrança de escanteio, o atacante Somália desviou a bola com o braço e o juiz Antônio Schneider mandou seguir, gerando reclamação dentro e fora do campo.

O Bonsucesso chegou com perigo pela primeira vez aos 25, quando Marquinhos obrigou Diogo Silva a fazer uma bela defesa e espalmar a bola para frente. No rebote, Marlon Silva recuperou e tentou o cruzamento para Somália, mas Diego Renan, com a marcação apertada acabou com a graça da ofensiva adversária e aliviou para o Vascão.

Com o passar do tempo, o Vasco foi perdendo o ímpeto e não conseguiu criar tantas jogadas como nos primeiros 20 minutos. Por outro lado, o Bonsucesso acordou, se fechou e até conseguiu criar algumas jogadas de moderada periculosidade.

O Cruz-maltino teve uma baixa com a saída de Diego Renan, que pediu para ser substituído. O técnico Adilson teve de improvisar Ken na lateral direita e Aranda entrou no meio. A partir daí, a única coisa que movimentou foi a caderneta do juiz e nada mais até a parada técnica de 20 minutos.

Talvez o maior clichê do futebol é o famoso “quem não faz, leva”. Romário partiu no um contra um com o xerife Rodrigo. O zagueiro vascaíno levou a melhor, mas na sobra Geovane soltou um tiro e balançou para o Bonsuça. Primeiro gol do jogador e 12º do clube no Cariocão.

Adilson Batista resolveu colocar Thalles – que já tinha seu nome gritado pela torcida – na vaga de Reginaldo. No mesmo minuto, Rodrigo bateu falta para o Vasco e soltou um petardo que explodiu no travessão do iluminado Rodrigo Viana. Mais um gol perdido do Vasco. Dessa vez com o garoto Thalles que cabeceou para fora.

O jogo se encaminhava para o fim, o drama ia ganhando tons acinzentados e a torcida cada vez mais aflita com as inúmeras oportunidades desperdiçadas. Até que Marlon, que vinha sendo vaiado pela torcida, arrancou pela lateral esquerda e numa bonita tabela com Thalles – que devolveu de calcanhar – tocou com confiança na saída de Viana, que dessa vez não pode fazer nada. Gol do Vascão e o segundo de Marlon no Campeonato Estadual.

Com o empate, o Vasco voltou a pressionar e encurralou o Bonsucesso no seu campo defensivo. E se a sorte esteve do lado do goleiro do Bonsuça, tinha que aparecer também para o arqueiro vascaíno. Diogo Silva quase fazia uma lambança ao defender rebatendo para frente novamente. A bola sobrou nos pés de Victor Hugo que conseguiu errar com o gol aberto. Aos 44, Douglas quase virou para o Gigante da Colina ao tentar encobrir o goleiro com um cabeceio, mas a bola passou por cima do gol.

(Site do Vasco)

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