Na China para a disputa do Superclássico das Américas contra a Argentina, no próximo sábado, a seleção brasileira vem enfrentando um outro grande adversário na preparação para a partida: a poluição. A reclamação é quase unânime entre os jogadores.
“Está tudo meio diferente, a gente ainda está se acostumando. O ar é meio estranho, às vezes parece que está de madrugada. É muita poeira”, disse o meia Phillipe Coutinho.
Robinho foi outro a reclamar bastante e disse que o problema da poluição já é maior que o do fuso horário. “O fuso horário a gente já está quase acostumado, porque estamos há alguns dias aqui, por isso a poluição é pior. A garganta fica seca. É bem poluído, mas é ruim para as duas equipes”, comentou.
Para Elias, a poluição, que na China chega a ser visível, atrapalha bastante. Segundo o corintiano, o ar chinês é bastante “pesado”, dificultando um pouco a respiração. “As narinas ficam sujas e temos que limpar a todo instante, mas temos que cuidar para que isso não nos afete”, opinou.
David Luiz foi um dos poucos que disseram não sentir muito a poluição, mas disse que ela é bastante perceptível e que o governo chinês tem que mudar isso.
“Acho que a longo prazo você deve sentir mais. A curto a gente não sente muito, mas a gente espera que isso possa mudar, porque a população chinesa não merece viver assim”, completou.
(DOL, com informações de Band)
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