O ex-presidente da CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) Ary Graça afirmou que não teve, até o momento, acesso ao relatório da CGU (Controladoria-Geral da União) que apontou irregularidades na gestão da entidade.
Ele refuta as acusações e reafirma que auditoria externa da Price na CBV avaliou todos os contratos e não encontrou nenhuma ilegalidade. Segundo a nota divulgada pelo dirigente, em consulta a advogados externos, também foi reafirmado que os contratos são absolutamente legais. Estes documentos estão em posse da CBV.
"Ademais, houve efetiva contraprestação dos serviços contratados, o que pode ser evidenciado por provas documentais e testemunhais.
Notas fiscais, contratos e relatórios são absolutamente claros, com recolhimento de todos os impostos devidos, inclusive os federais. Seria impossível o voleibol brasileiro ter chegado ao ponto que chegou sem a efetiva prestação dos serviços pelas empresas", diz a nota.
"O trabalho realizado pelo grupo de experts, durante dois anos, possibilitou o aumento do valor do patrocínio do Banco do Brasil em mais de cem milhões de reais, o que foi profundamente meritório. Esse trabalho foi realizado sem qualquer participação de Ary Graça, o que pode ser comprovado por testemunho das partes envolvidas na negociação", completa.
(Folhapress)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar