O forte temporal que desabou sobre a capital paraense, na tarde de ontem, foi um empecilho para os trabalhos programados pela tarde. Originalmente, o técnico Cacaio previa realizar coletivo, mas com a inundação do gramado, o jeito foi fazer o popular ‘rachão’, até para prevenir os atletas de um possível contratempo às vésperas da grande final da Copa Verde.
“Fizemos um trabalho, mas não era aquilo que queríamos. A gente já tem a equipe na cabeça e até porque viemos de seis, sete jogos juntos e eles sabem da nossa filosofia. Eles sabem o que precisam fazer em campo, a hora certa de atacar, defender, vão se comportar bem”, analisa o técnico.
Cacaio pede encarecidamente a presença em peso da torcida. “(O apoio) É super importante. A gente até pede para o torcedor que carregue o time nas costa. Os jogos são desgastantes, mas quando eles olham para o lado e observam a torcida gritando nas arquibancadas, eles tiram força da alma e lutam por eles”, garante.
Até o fim da tarde de ontem, cerca de dez mil ingressos antecipados já haviam sido vendidos.
Para o jogo, o técnico Cacaio relacionou 23 atletas que entraram em regime de concentração até a hora da partida e uma provável formação conta com Fabiano no gol, uma linha de quatro defensores, provavelmente Levy, Max, Igor João e Alex Ruan, além da dupla de volantes Ameixa e Ilaílson.
A dúvida reside no meio-campo: se optar por três atacantes, Cacaio deve entrar com Eduardo Ramos na armação, seguido de Bismark, Silvio e Rafael Paty no ataque. Se preferir resguardar o meio, sai Silvio e entra Ratinho.
(Diário do Pará)
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