Sem dispor de lei específica para a Olimpíada de 2016, como ocorreu com a Copa do Mundo, os organizadores e demais interessados correm para pegar carona em projetos de lei sobre outros assuntos para encaixar propostas dos seus interesses.
Um exemplo é que no meio do ajuste fiscal foi inserida uma proposta para que equipamentos esportivos utilizados no evento fiquem isentos do imposto de importação.
Outra questão que deve ser discutida em breve é relacionada à venda de bebidas alcoólicas em arenas esportivas. Como na Copa do Mundo o consumo foi liberado sem demais incidentes, e como grande parte dos patrocínios dos Jogos vem de fabricantes dessas bebidas, uma lei para a liberação deve ser criada sem problemas.
O Brasil também pretende entrar em contato com alguns países, como os Estados Unidos, para flexibilizar as entradas, saídas e emissões de vistos. O governo pretende utilizar a Olimpíada como vitrine do país para aumentar o turismo.
O governo acredita que o país recebe poucos turistas. Enquanto a Tailândia tem uma população de 6 milhões de habitantes e recebe 20 milhões de visitantes anualmente, o Brasil, de 200 milhões de habitantes, recebe apenas 6 milhões estrangeiros.
(DOL, com informações de Band)
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