“Apesar de ser paraense e ter jogado por vários clubes daqui, eu só joguei no Mangueirão uma vez. E foi justamente num jogo contra o Paysandu. Na ocasião nós empatamos. Não seria mau resultado agora”, relembra o meia atacante paraense Lucas Gomes. Ex-Bragantino, São Raimundo, Castanhal e Tuna Luso, o atleta atualmente tem a missão de substituir Ronaldinho Gaú cho no duelo contra o Paysandu, pela Copa do Brasil.
Se em 2013, quando marcou de pênalti o gol cruzmaltino no empate em 1 a 1 entre Tuna e Paysandu, o jovem Lucas já teve de encarar a torida bicolor em maioria, hoje será um estádio lotado inteiro torcendo contra.
Mas o atleta afirma que amadureceu nesse tempo. “No Fluminense tem sido comum enfrentar estádios lotados de adversários desde que chegamos aqui. Não é fácil, é verdade, mas nos acostumamos. Até nos motiva”, comentou Lucas.
Igualmente paraense, embora menos cotado para atuar, está o zagueiro reserva Victor Oliveira, natural de Conceição do Araguaia. Mas nesse caso o próprio atleta é o primeiro a admitir que a intimidade com o clube e torcida é pequena. “Na realidade eu nasci no Pará e me mudei, com 15 dias de vida para Goiânia. Visitei várias vezes a cidade mas não cheguei a criar raízes”, afirma o zagueiro, que conhece Paysandu e Remo mais pela fama dos times.
MAGNO ALVESXPAPÃO
Embora não se enfrentas sem há dez anos, o duelo entre Paysandu e Fluminense guarda um personagem com história no confronto: o atacante Magno Alves. Hoje com 39 anos, ele participou de seis duelos entre as equipes da Série B de 98 até aqui.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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