O próximo adversário do Remo não é um mero rival na Série D. É concorrente direto para a vaga que leva às oitavas de final da competição. Uma vitória fora de casa dispara o Remo na liderança do Grupo 1, com 16 pontos, além de preparar o palco para o retorno da equipe ao gramado do Mangueirão, onde uma avalanche azulina promete tomar conta do estádio.
Entretanto, até chegar lá os atletas precisam saber bem como está o Rio Branco: se é o time que estreou com derrota para o próprio Remo ou é a onzena que disparou na frente dos concorrentes e agora representa o maior perigo dos remistas. “É um time desconhecido. Ao contrário, é muito enjoado. Já assistimos alguns vídeos, além do nosso jogo contra eles, em Paragominas”, diz o meia atacante Edicleber.
Por conhecer tanto o adversário, os azulinos pregam cautela. “Eu já trabalhei em várias comissões técnicas. Além de nos preparar diariamente, temos uma lista de informações possíveis sobre as jogadas deles. Jogadas aéreas, rasteiras. Não podemos falar que fomos para o jogo sem saber nada, porque a comissão faz questão de mostrar tudo, então daí o nosso cuidado”, completa Fernando Henrique.
Um dos detalhes que chamam bastante a atenção do elenco é a chance de jogar em um gramado mais qualificado. Para o arqueiro remista, mais importante que a vontade de voltar para casa é ter um local em condições, onde o time possa utilizar mais a característica central do time. “Para nós, que jogamos um futebol mais técnico, essa é a principal necessidade e já provamos isso. Como esse jogo vai ser em condições assim, estamos mais tranquilos”,
encerra.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
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