Se a vitória não veio, vida que segue. Depois do empate sem gol com o Rio Branco-AC, o elenco do Clube do Remo já está em Belém e tem sua reapresentação marcada para a manhã desta terça-feira. Jogadores e comissão técnica farão, a partir de hoje, o planejamento decisivo na campanha de classificação às oitavas de finais. Com mais um jogo a cumprir, o Leão volta para casa, onde enfrenta o Vilhena-RO, no próximo domingo (13), no estádio Mangueirão.
Veja como foi o desembarque remista:
A longa espera foi até proveitosa. Ainda que o caminho tenha sido tortuoso, cheio de empecilhos e várias batalhas vencidas, o Remo chega calejado e sabe muito bem o que precisa fazer e quem esperar, ao menos do lado de fora das quatro linhas. A promessa de casa cheia é só mais um dos ingredientes da partida, que pode dar ao time a liderança isolada do Grupo 1 da Série D.
A começar pelo reencontro com a torcida. Nada menos que desde o dia 3 de maio os azulinos não sabem o que é jogar com a presença de um bom público. Essa marca, que perdura desde o término do estadual, só não incomoda mais que a renda junto à ela. “Nós não temos renda desde o mês de maio. Estamos em setembro e a nossa situação não mudou. Nós pedimos para que a torcida nos ajude desta vez”, conclama o coordenador de futebol, Sérgio Dias.
Segundo ele, a meta mínima de público é acima de 25 mil espectadores. “É bom que a torcida nos ajude. Temos muita conta para pagar. Nós esperamos mais de 25 mil pessoas. Já estamos vendendo ingressos pela internet e na loja da Nação Azul. A partir desta quarta-feira, vamos vender no Baenão e na sede”, complementa.
O dirigente garante que a grana arrecadada já tem um destino. “Vamos quitar o mês de junho de jogadores e funcionários. Temos também que pagar um empréstimo no banco e Justiça do Trabalho. Se não me falhe a memória, foi pago 60% de junho”, conclui Dias.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
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