Mantido no time, depois de ter substituído Augusto Recife, lesionado no empate diante do Paraná-PR, o volante Gilson Alves comemora a nova oportunidade e espera aproveitar a chance para se firmar de vez como titular.
O meio-campista lembrou que no elenco bicolor “não há diferença entre titulares e reservas”. “O trabalho é mesmo para quem joga ou fica de fora. A gente tem de ter a mesma identificação para entrar e fazer o mesmo ou até melhor”, afirmou.
O volante prometeu agir como líder dentro de campo, a exemplo do mesmo papel feito pelos experientes Fahel e Recife, que não podem atuar por conta das suspensões. “Se precisar, dou bronca, sim. Vamos tentar acertar o time, como foi em Recife (PE) e em Curitiba (PR). O importante é a gente se comunicar”, justificou Gilson.
O jogador ressaltou o desejo dos jogadores em levar o Papão a mais uma vitória na Segundona. “Enquanto tiver o frio na barriga antes dos jogos é porque você quer mais. Eu e todos aqui estamos muito focados em busca dos pontos que queremos para termos um fim de ano muito bom”, argumentou.
Gilson Alves admitiu ainda que a ausência dos volantes mais rodados poderá ser sentida de alguma forma pela equipe, mas que isso precisa ser superado. “É mais fácil jogar ao lado de atletas como eles (Fahel e Recife), que são experientes e ajudam muito. Mas, cartões sempre têm e temos de passar por cima que a falta deles vai fazer. Felizmente, o elenco tem gente com potencial para ajudar”, concluiu o volante, que tem um bom aproveitamento no quesito passes, tendo acertado 70 das tentativas e errado apenas seis vezes.
(Nildo Lima/Diário do Pará)
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