O calor Amazônico não é um empecilho para o elenco do Clube do Remo. Mesmo aqueles jogadores que nunca estiveram em Belém antes, o tempo, rapidamente, se encarrega de adaptá-los. Entretanto, a cada desafio na Série D do Campeonato Brasileiro, o nível de dificuldade aumenta. E o antes ‘calor amigo’ pode se tornar uma das grandes preocupações em um momento decisivo.
Veja a matéria do Remo:
Para jogar em Palmas-TO, contra o time da casa, no primeiro compromisso das oitavas de final, o Leão deve experimentar uma temperatura alta. “Isso significa dizer que nós vamos jogar sob uma temperatura corporal de mais de 40° C”, analisou o preparador físico, Robson Melo. “Além do clima, de tudo que já cerca a partida, temos que estar bem alimentados, bem nutridos muscularmente falando. Por isso que a gente tem um trabalho todo ajustado na base da suplementação alimentar, hidratação e reposição de eletrólise, para podermos suportar essa carga”, acrescentou.
A má preparação física, segundo Robson Melo, pode criar momentos de instabilidade física e as consequentes lesões. “Se o músculo não estiver hidratado e o atleta desidratado, incide diretamente na fadiga muscular, o que acarreta em câimbra, desgastes e até tirar o jogador da partida por conta de um estiramento muscular”, alertou o preparador.
A avaliação é válida, mas para alguns atletas o calor excessivo também pode ser um aliado. “Tem que hidratar muito, mas para mim, que gosto de jogar na frente e correr, quanto mais quente, melhor. Eu não ligo para o calor. Mais quente que Manaus e aqui, ninguém pode falar nada”, contrapôs o atacante Léo Paraíba.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
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