Ao longo das últimas duas partidas, não faltaram momentos em que o Águia estivesse matematicamente rebaixado. Como quando o Cuiabá saiu na frente do América de Natal na penúltima rodada. Os potiguares, ao final, empataram e mantiveram a distância entre os clubes superável; ou domingo, quando, após o primeiro gol, os cuiabanos empataram o jogo e o resultado também rebaixava o Azulão. Mas, ao final, as vitórias vieram e os resultados favoreceram o Águia a seguir lutando. Na próxima e última rodada, além de derrotar o líder Fortaleza fora de casa, o time precisa que o Cuiabá não vença o rebaixado Icasa no Mato Grosso.
“Agora é acreditar. Há algumas rodadas já pensávamos que poderíamos chegar no último jogo nessa situação e aconteceu. Mas o mais difícil foi chegar até aqui, nesses dois jogos, ainda com chances de se manter e nós conseguimos. Agora é acreditar”, avaliou o capitão e artilheiro do time Flamel. O atleta sabe que a combinação não favorece, mas tem fé que a situação se reverta. “Acredito que não vai ser fácil pra eles (Cuiabá) também. O Icasa já rebaixado não vai ter nenhuma pressão, vai como franco atirador, enquanto eles têm a obrigação de vencer. A responsabilidade toda vai pra cima dos donos da casa e isso pesa”, comentou o meia.
O próprio duelo contra o Fortaleza, a princípio visto como a oportunidade para o time cearense brigar pela liderança, pode mudar de feição até domingo. “O Fortaleza vencendo o seu jogo de hoje (ontem) garante a primeira colocação, então pode entrar também no jogo com a cabeça já voltada para o mata-mata. Acreditamos e vamos com muita fé”, definiu o artilheiro do Azulão, autor de nove gols na competição.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar