O Flamengo não parece ser o mesmo time que somou seis vitórias consecutivas e chegou ao G-4 do Campeonato Brasileiro. A derrota para o Corinthians neste domingo (25) foi a sexta nas últimas sete rodadas e deixou o sonho de chegar à Libertadores mais distante.
Questionado se já era hora de pensar em 2016, Oswaldo de Oliveira disse que é possível, simultaneamente, seguir lutando e se planejando.
"Acho que os dois objetivos são alcançáveis", respondeu o técnico Oswaldo de Oliveira, após a derrota no Itaquerão. "Essa questão da organização está em curso. Mas não vamos desistir do G-4. Sinceramente não sei dos outros resultados. Não tive notícia de como está a tabela agora. Mas enquanto ainda existir a possibilidade, nós vamos continuar insistindo e nos planejando para somar pontos nesta direção", concluiu.
Restando ainda seis rodadas para o fim do Brasileiro, o Flamengo segue estacionado nos 44 pontos. São seis a menos do que Santos, São Paulo e Internacional -que estão em quarto, quinto e sexto lugares, respectivamente.
O que pode servir de alento ao torcedor é a lembrança do que aconteceu em 2009. O Flamengo acabou se sagrando campeão brasileiro naquele ano, mas, ao final da 32ª rodada, somava 51 pontos. Exatamente seis a menos do que o Palmeiras, que liderava até então com 57. A arrancada do clube carioca que culminou no título teve cinco vitórias e um empate nas seis partidas derradeiras.
Dos seis últimos adversários que o time de Oswaldo de Oliveira terá pela frente no Brasileiro deste ano, quatro se encontram melhor posicionados na tabela de classificação: Grêmio, Santos, Ponte Preta e Palmeiras. Os outros dois oponentes serão Goiás e Atlético-PR.
Apesar dos maus resultados recentes, o treinador ainda alimenta esperanças de ver seus comandados emplacarem uma arrancada neste fim de Brasileiro e terminarem o ano classificados para a Libertadores. Muito graças ao que ele viu dentro de campo diante do Corinthians.
"Contra o virtual campeão, o Flamengo não foi dominado e não foi um time que se entregou. Então não existe situação de desânimo. Pelo contrário. O que existe é olhar o que tem a se fazer e trabalhar em cima disso", analisou Oswaldo.
(Folhapress)
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