Nas últimas partidas da Série D, por necessidade ou por estratégia, Cacaio tem apresentado uma surpresa ou fato novo em cada um dos últimos jogos. Diante do Palmas, em Belém, a novidade foi o sistema com três atacantes. No primeiro jogo contra o Operário-PR, o esquema 3-5-2, que não havia sido testado em nenhum jogo antes, funcionou à perfeição. Na partida de volta, Whelton, que nem viajou para Ponta Grossa, começou como titular e marcou o primeiro gol. No jogo de ida contra o Botafogo-SP, apesar do revés, Felipe Macena foi aprovado na ala direita. E para o jogo de volta? Vai ter mais surpresa?
O trabalho coletivo envolvendo reservas e atletas não relacionados foi treinado novamente o sistema 4-4-2. Será um sinal de mudança? “Cada jogo é um jogo. Nosso time se encontrou jogando com três zagueiros, vem dando certo, mas o Cacaio é quem sabe como vai escalar o time. Temos alguns jogadores voltando e temos uma semana de treino. Vamos ver o que ele vai fazer nesse jogo”, comentou o zagueiro Ciro Sena, uma das surpresas que o técnico trouxe para o time nas últimas rodadas.
O zagueiro destaca que o forte do Botafogo-SP é a bola aérea e que o lance que definiu a partida veio em uma fatalidade. “Durante quase os noventa minutos nós neutralizamos essa jogada do time deles, em um lance que nós relaxamos o Nunes desviou e a bola sobrou pro atacante. Mas agora é outro jogo, outra história. Agora nós jogamos em casa, a pressão será toda a nosso favor e o nosso histórico mostra que dá pra reverter bem essa desvantagem”, comentou Ciro.
(Taion Almeida / Diário do Pará)
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