Nem com todo esforço de seu corpo diretivo, incluindo o ex-atacante Rivaldo, o Mogi Mirim conseguiu sair da crise que o assola desde o início da Série B. Abatido com a sequência incômoda de 10 derrotas, a equipe do técnico Toninho Cecílio quer apenas honrar a própria casa e quebrar escrita negativa.
A situação é tão desesperadora que o principal foco sequer é a continuidade no campeonato, onde ocupa a lanterna, com apenas 22 pontos em 34 jogos, sendo apenas quatro vitórias e outros 10 empates. O aproveitamento da equipe em toda Série B foi de apenas 21.3%. Em campo, a equipe ainda conseguiu fazer metade dos 60 gols que levou nas 33 rodadas anteriores. A ordem é tão clara que a maior preocupação da diretoria do clube é enxugar o elenco. Desde o mês passado, com dívidas e já afundado na segunda divisão, o Mogi dispensou nada menos que 11 jogadores.
A única novidade aparentemente positiva é a chegada de Luiz Simplício como novo diretor de futebol. A direção do Mogi também contratou recentemente o auxiliar técnico Marcus Vinicius e o preparador físico Anderson Gomes.
(Luiz Guilherme Ramos/Diário do Pará)
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