A matemática é simples. O que é difícil são as chances do Paysandu chegar ao segundo objetivo em um único campeonato. Entre a ideia de permanecer, a passar dele, o time fez 36 jogos até aqui. Conquistou 56 pontos, em 16 vitórias, oito empates e 12 derrotas. Conseguiu marcar 48 gols e sofrer 40, deixando um índice de aproveitamento de 51,1%. São números medianos, mas que coroam um trabalho bem feito, mesmo com tantos altos e baixos, principalmente no quesito comissão técnica.
Sem muito a fazer, a equação é simples: faltam dois jogos. O primeiro, contra o Criciúma, no próximo sábado, na Mangueirão, e a despedida, diante do Oeste, no próximo dia 28, no interior paulista. Se vencer os dois jogos, o Paysandu 62 pontos, um a mais que os atuais 61 do Santa Cruz, atual quarto colocado e também com dois jogos pendentes.
Entre os dois clubes, estão Bragantino, Náutico e Sampaio Correa, respectivamente, todos com 57. Assim, o Paysandu precisa vencer bem os dois desafios e torcer contra essas quatro equipes. O Santa joga fora de casa, contra o lanterna Mogi-Mirim, e depois encerra em casa, contra o já classificado Vitória. Já o Bragantino vai até Curitiba, enfrentar o Paraná, em 12º, e depois se despede contra o Náutico, concorrente direto.
Este, por sua vez, antes de enfrentar o Bragantino, pega o Bahia, sem chances de classificação e livre da degola. O cenário é esse.
(Luiz Guilherme Ramos/Diario do Pará)
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