Chegar à meta para a temporada - a permanência na Segundona com 11 rodadas de antecedência - foi além de qualquer planejamento e projeção com base nos resultados do primeiro semestre no Papão. O time mostrou um potencial que ninguém previa e, exatamente por isso, o fato de ter chances tão ínfimas de conquistar o acesso nessas últimas rodadas parece decepcionante. Os atletas bicolores não negam que o pensamento sobre “o que deu errado” passa pela cabeça de todos.
“Eu acredito que a nossa campanha em casa foi boa, mas empatamos, por exemplo, contra Macaé e Mogi Mirim aqui. Eu acredito que esses dois jogos fizeram a diferença na nossa posição atual. Não conto tanto as derrotas contra o Botafogo e Náutico porque eram clubes que desde o começo da competição estavam na briga por uma vaga no acesso. Agora Mogi e Macaé não, vieram mal e arrancaram pontos. Pensando em acesso, acredito que são jogos assim que não se pode vacilar”, comentou Yago Pikachu.
Aylon faz uma leitura ainda maior. “A gente não perdeu dois pontos contra o Mogi fora. Nós perdemos antes três contra o Bragantino fora. Perdemos dois para o Mogi em casa... Foram vários pontos ao longo da competição que o resultado, às vezes por um gol ou uma defesa, não veio e que poderiam deixar o time em outra situação agora”, avalia o atacante.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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