O técnico Dado Cavalcanti preferiu fazer as coisas na base da simplicidade. Sem ter como interferir diretamente nos resultados que podem dar o acesso aos bicolores, o comandante da equipe resolveu jogar limpo, ao mesmo tempo em que adotou alguns critérios na hora de relacionar os jogadores e escalar o time. Um deles é básico e passa pelo critério técnico.
“Além da base que treinamos, temos duas possibilidades que foram treinadas. Uma delas é o retorno do Capanema e ele pode jogar. O fato de o Marquinho também ter entrado muito bem despertam as chances de ele voltar como titular. Mas a tendência é a base do time que jogou contra o Luverdense”, argumentou.
A outra é fazer com que os atletas se sintam motivados para o duelo. “O que eu procuro fazer diariamente é mostrar que esses atletas não estão aqui para fazer favor. Eles são profissionais. Todos aqui dependem dessa profissão, por isso, independente do que vai acontecer, o time precisa fazer o melhor. Ninguém está de lazer e não mudamos a nossa programação”, alertou o técnico, que fez a relação dos 23 jogadores com base no entusiasmo de cada um.
“Lógico que nós observamos alguns jogadores que não têm o mesmo empenho. Dá para identificar quando não há o mesmo nível de comprometimento, e óbvio que na escolha, a gente dá prioridade para quem está compenetrado, comprometido com este jogo, até porque, com todas as desgraças, até sábado temos chance”, finalizou.
Para o penúltimo jogo do Papão no ano não houve concentração no dia anterior. Os atletas se reapresentam normalmente horas antes do jogo e seguem juntos para o Mangueirão.
(Luiz Guilherme Ramos / Diário do Pará)
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