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Horário do Re-Pa divide a opinião dos torcedores

“Domingo, às 16h”. Sempre que algum apaixonado por futebol lê essa frase pensa logo em um clima de estádio. Normalmente esses são a hora e o dia em que os grandes clássicos são disputados. Porém, a detentora dos direitos de transmissão da Copa Verde 2016

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“Domingo, às 16h”. Sempre que algum apaixonado por futebol lê essa frase pensa logo em um clima de estádio. Normalmente esses são a hora e o dia em que os grandes clássicos são disputados. Porém, a detentora dos direitos de transmissão da Copa Verde 2016 marcou para as 19h30 desta quarta o Re-Pa de número 736, válido pela primeira partida das semifinais do torneio. Mesmo com o horário ingrato e algumas reclamações da torcida, a expectativa é de um bom público, com 35 mil ingressos à venda.

O auxiliar de escritório Bruno Di Cássio garante que vai ver o Leão jogar. “Quem trabalha geralmente sai às 18h e não tem muito tempo de chegar ao Mangueirão; quem estuda está em período de prova e não pode faltar. Eu vou ao jogo porque consegui carona para ir do trabalho direto”, afirmou.

Já a estudante bicolor Lídia Saito não teve a mesma sorte. “Achei ruim (o horário). Poderia ser um pouco mais cedo, porque eu só iria ao jogo se conseguisse uma carona para voltar”, lamentou.

Por outro lado, há quem veja uma facilidade para os que dependem de transporte público. “Os jogos no meio de semana têm que ser por essa faixa de horário, por conta da volta para casa”, analisou o estudante bicolor Artur Protázio.

Para Luan Coelho, o horário é complicado, porque coincide com o grande tráfego de veículos na cidade. “A confusão para chegar vai ser inevitável. Acredito que isso vai fazer com que muita gente prefira ver o jogo em casa. Mas, como fiel bicolor, eu vou ver meu Paysandu em qualquer horário”, ressaltou o estudante.

O pensamento dele é o mesmo da estudante de pedagogia Thayse Wanzeler. “Vou ter de pedir para sair antes do meu estágio, para poder tentar chegar cedo lá, sendo que o trânsito influência muito no acesso ao estádio, porque é a volta de muitos trabalhadores para casa, mas o amor pelo meu clube prevalece, não tem nenhuma dificuldade que seja maior do que o meu amor por ele e pela vontade de vê-lo jogar”, encerrou a remista.

(Café Pinheiro/Diário do Pará)

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