O Remo entra em campo, amanhã, para decidir sua sorte na Copa Verde com apenas dois atletas ‘pendurados’ com dois cartões amarelos. São eles: o volante Chicão e o atacante Ciro, este premiado com a advertência no jogo da última quarta-feira (20). Os dois correm o risco de desfalcar o Leão no primeiro jogo da final do torneio, contra o classificado do confronto entre Aparecidense-GO e Gama-DF, caso os azulinos invertam o tropeço do primeiro Re-Pa e avancem na disputa. No jogo de ida entre o time goiano e o do Distrito Federal, o sucesso coube ao segundo que, mesmo jogando fora de seus domínios, aplicou 3 a 1, no mesmo dia do Re-Pa.
O técnico Marcelo Veiga, assim como seus comandados, estão otimistas quanto a classificação remista. Para eles, vencer o tradicional adversário e sair do Mangueirão, amanhã, com a classificação nas mãos, não é nenhum bicho-de-sete-cabeças, como podem imaginar alguns. “Sabemos da força do adversário, mas a nossa derrota ocorreu por conta mais de nossos erros. São falhas que a gente precisa corrigir”, comentou Veiga, que ontem, na reapresentação do elenco, à tarde, no Baenão, teve uma conversa de pé de ouvido com seus comandados.
No bate-papo, o treinador, conforme havia prometido na véspera, tratou dos erros cometidos por seus comandados, sobretudo no que diz respeito a bola alçada na área do time, que tem sido o grande terror para a defesa remista. “Aconteceu no jogo com o Vasco. É uma jogada que a gente não pode tomar. Foi muito falado e alertado, mas que voltou a ocorrer no jogo (de quarta-feira)”, comentou Veiga, que salientou que não é impossível o Leão chegar a tão sonhada classificação à final da Copa Verde. “Nos dois clássicos que fizemos tivemos a vantagem e não soubemos administrá-la para que o time se mantivesse vitorioso até o final”, lembrou.
(Nildo Lima/Diário do Pará)
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