O Remo volta, na noite deste sábado, ao palco onde o time protagonizou uma das maiores, se não a maior, tragédia dos seus mais de 100 anos de existência.
A goleada por 5 a 1 sofrida diante do Cuiabá-MT, adversário de hoje, que decretou a perda da Copa Verde de 2015 e, automaticamente, a chance de o time disputar a Copa Sul-Americana deste ano, ainda continua viva na cabeça de muitos torcedores.
Aquela altura, com o Leão tendo aplicado 4 a 1 no jogo de ida, em Belém, nem mesmo o mais pessimista acreditava numa reviravolta no confronto final da decisão. Mas, foi justamente o que acabou acontecendo.
Numa noite em que nada deu certo à equipe comandada pelo técnico Cacaio, o Leão viu escorrer pelo ralo a chance de conquistar o torneio, após o Dourado balançar a rede com Raphael Luz, autor de três gols, e Nino Gurreiro, que fez dois. Val Barreto descontou para o Leão. No fim da partida, o semblante dos torcedores, que foram em peso a Cuiabá, dos jogadores e de Cacaio era de decepção. Na volta para casa, o clima era de velório entre os remistas - natural em situação como essa.
Para a maioria dos azulinos que entram em campo, hoje, o confronto não traz nenhuma recordação, já que não estavam no Leão na época. Outros, porém, não conseguem esquecer a ‘Tragédia do Pantanal’ ou ‘Cuiabaço’, registrada em 7 de maio de 2015.
Eduardo Ramos e Silvio, o primeiro titular e o segundo reserva, são alguns dos atletas que estiveram em campo naquela partida e que voltam à Arena Pantanal para encarar, mais uma vez, o Dourado, esperando, claro, que o troco seja dado aos donos da casa.
(Nildo Lima/Diário do Pará)
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