Um dos setores mais contestados do Remo é a defesa. Nesta Série C, o Leão já sofreu seis gols em seis jogos, tendo como o seu ponto fraco a bola aérea. Todas as vezes em que a bola é alçada na área azulina, o desespero do torcedor é grande. Para piorar, no início da semana, o zagueiro Brinner deixou o grupo para ir jogar no futebol turco. E, ontem, ficou confirmada a saída do também zagueiro Ednei.
Segundo o vice-presidente do Remo, Fábio Bentes, o defensor alegou problemas particulares e pediu para deixar o grupo. A diretoria ainda tentou acertar a permanência do jogador, mas não deu. “Ele pediu para sair e nós deixamos. Ele foi resolver problemas particulares, que não cabe a nós divulgarmos. Como ele deixou o clube, o Ednei teve que devolver o dinheiro que foi repassado para ele. Infelizmente ele teve que sair e nós vamos dar continuidade no nosso trabalho agora”, disse o mandatário.
O inusitado é que o jogador nem chegou a estrear e muito menos teve seu nome divulgado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF. Com a saída de dois defensores, o Leão deve ir atrás de pelo mais um, tendo o aval do novo treinador, Waldemar Lemos. “Já estamos procurando alguém. Devemos trazer mais um. Temos quatro jogadores aqui (Tsunami, Ítalo, Max e Henrique), mas o Waldemar quer mais um, pelo menos. Estamos vendo alguns nomes aí, todos em conjunto com o novo treinador”, disse Bentes.
(Café Pineheiro/Diário do Pará)
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