Com vários desfalques em função da troca de competições e uma desvantagem para reverter em campo, Gilmar Dal Pozzo adotou uma postura diferente antes de encarar o Operário-PR. Pouco afeito a mistérios, o treinador preferiu não antecipar seu time, embora preveja mudanças. “O técnico do Operário já trabalhou comigo no Novo Hamburgo, e conhece meu estilo”, alegou.
O técnico bicolor reconhece que o desempenho defensivo atingiu um ponto de maturidade, mas ainda não conseguiu corrigir o ataque. “O tempo para treinar as alternativas só devo ter após o jogo contra o Paraná, quando devemos ter cerca de oito dias seguidos de trabalho”, lamentou. “Enquanto isso, devemos ter uma postura boa defensiva e procurar envolver o adversário com as armas que nós temos – a individualidade, triangulações, bola parada, jogar com a bola no campo do adversário, marcar pressionando... Então esse vai ser o comportamento que vamos ter”, detalhou.
Gilmar Dal Pozzo sabe que a vantagem do adversário é boa, especialmente por não ter sofrido gol no primeiro jogo. “Vamos ter 90 minutos para fazer um gol para garantir pelo menos as penalidades. Claro que a gente quer um jogo mais tranquilo, se possível vencendo por dois gols, mas o regulamento da Copa do Brasil é muito traiçoeiro”, comentou, lembrando que se sofrer um gol na Curuzu o time precisará marcar pelo menos três.
(Taion Almeida/Diário do Pará)
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