O São Francisco é o segundo colocado do Grupo A2 da Série D, mas a situação passa longe de ser confortável. Com apenas um ponto a mais que o Palmas-TO, em terceiro, o Leão corre o risco de ser superado caso não conquiste um resultado positivo diante do Princesa do Solimões-AM, em Manacapuru, neste domingo, o que tornaria o duelo contra o time tocantinense, na última rodada, um jogo de vida ou morte. Por conta dessa situação a direção do clube reuniu com o elenco após a reapresentação.
“Saímos de um campeonato, o Parazão, onde fomos o time mais disciplinado para ser um dos mais indisciplinados da Série D. Tivemos muitas expulsões e suspensões importantes e isso prejudicou a nossa equipe”, comparou o diretor de futebol, Milton Maia, que citou casos como a expulsão de Aleílson no jogo contra o Baré-RR, em casa. “Um atleta experiente não pode ser expulso de forma boba em um jogo em casa”, criticou.
O dirigente reiterou a necessidade de uma vitória contra o time amazonense por um fator financeiro. Com uma folha mais cara em relação ao grupo do Parazão, o São Francisco conta com um bom público para quitar sua próxima folha salarial. “A gente precisa do nosso torcedor em grande número diante do Palmas, no dia 17, para completar a próxima folha salarial, que vence em seguida. O time precisa ganhar para se pagar”, encerrou.
(Taion Almeida / Diário do Pará)
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