Embora seja um esporte relativamente recente na história dos Jogos Olímpicos, o vôlei de praia é a modalidade na qual o Brasil conquistou maior regularidade na competição.
Da primeira final em 1996, quando duas duplas brasileiras disputaram o ouro no feminino, até os jogos de Londres-2012, não houve uma edição em que os atletas brasileiros não entrassem na disputa direta por medalha. Nos jogos do Rio de Janeiro, com o apoio caloroso das arquibancadas e o conhecimento prévio do terreno, as duplas brasileiras têm se destacado na disputa e neste domingo duas delas devem saber se entrarão ou não na briga por medalhas: Larissa/Talita e Bárbara/Ágatha.
Entrando em quadra às 16h, Larissa França e Talita Antunes defendem uma invencibilidade longa. Já são 11 jogos, incluindo as etapas finais do Circuito Mundial de vôlei de praia, que a dupla não perde sequer um set.
“É uma marca legal, que é fruto de muito foco e concentração. Isso faz com que a gente tenha toda certeza que vai dar certo, vai funcionar. Isso está ajudando, espero que seja assim e que a gente consiga o objetivo maior que é chegar na final e ganhar ouro”, disse Larissa. Para a catarinense de 34 anos, a medalha de ouro é o único título que falta.
Já a dupla formada por Barbara Seixas, 29, e Ágatha Bernadzuk, 33 anos, teve uma trajetória mais difícil. Na estreia diante da dupla tcheca Hemmanová e Sluková, a vitória veio por suados 2 a 1.
Na última rodada, a surpresa com a derrota por 2 a 0 para as espanholas Barquerizó e Fernández. No primeiro jogo eliminatório, as brasileiras não deram espaço para a dupla chinesa Wang E Yue e agora têm como desafio as russas Ukolova e Khomyakova.
(Taion Almeida / Diário do Pará)
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